quinta-feira, 28 de maio de 2020

ARAMADOS

As vezes me pergunto, o que mais virá?
O que será da humanidade e seu reinício
Visto para quem quiser, caos e desordem
Coerência e equilíbrio cairam, queda livre

Não é só do lugar onde se vive, é mundial
Diante da pandemia, outras são seculares
Surtos de loucura bissa, há em toneladas
Excesso de homenagens da fenarca há

Quem quiser entrar neste trem de "balas"
Prepare seus assentos, velocidade zaz
Mas não será por muito, logo se findará
A viagem é breve, tempo contado será

Busca desenfreada por poder, sem senso
Há jogos sendo aramados, calhoças
Cada um escolhe a trama que mais crava
Jogos de gostos variados, para derrubar

Falas perturbadas, histórias infundadas
Estratégias de comboio, conchavos dolos
Negociatas de trambiques, táticas de bile
Cartas são marcadas, há um para pular

Abertamente se faz muitas treçalhas
Tranças de palavras amargas para venar
Jogadas na lama para danificar, destruir
Todos os da lista negra, deverão cair

Planos de dano arquitetam, outros cofos
Usam e abusam de gente, sem restrições
Se veem acima da lei, espertos se acham
Aí daqueles que tentarem ferir seus brios

Muito há o que se dizer destes ferrolhos
Por enquanto deixo algumas prenúncias
Este rolo compressor está se abrindo
O Deus de todo poder, revelará a finália

Nilma Da Silva Coimbra

Nenhum comentário:

Postar um comentário