quinta-feira, 28 de maio de 2020

VEM, POVO MEU! O Clamor de Deus aos homens

Ah! Se os homens compreendessem
O imenso amor que tenho por eles
Viriam para meus braços, correndo
Receberiam amor de Pai, amor veraz

Estou aqui, diz o Pai, para lhes acalentar
Espero de coração aberto filhos meus
Onde estão os que querem me amar?
Para onde foram os que voltaram atrás?

Digo sei, conheço o profundo de cada ser
Estou ciente dos pensamentos, e intentos
Pergunto a vocês, respondam para si
O que vale estar nesta vida, sem paz?

Sou onipresente, estou em todo lugar
Mas falta estar no coração de muitos
Querem meu amor, mas não me amar
Querem bem viver, viver em Deus não

Desejam ter tudo de bom, o melhor
Exigem regalias, esbanjam arrogância
Se auto denominam imunes, suficientes
Creem que não precisam de "um" Deus

Homens de bruta cerviz, implacáveis
Assim tenho visto muitos, opressores vis
Amam somente a si mesmos, vorazes
Dizem amar o próximo, para serem vistos

Enganos, aberrações extremas, astúcias
A busca insaciável pelo poder, ganância
Atingir o pico mais alto por meios ilícitos
Riquezas para corromper, ludibriar, impor

Tudo posso fazer, todo poder é de mim
Acima de tudo, sou amor, proclamo isto
Quero filhos que me amem, nas atitudes
Se não vierem por amor, não serão meus

Muitos dizem me amar, sim, por interesse
Ter tudo da vida sim, o dono da vida não
Ter amor do próximo sim, ser amor não
Destes também não tenho parte, compelo

Este desacordo de ingratidão, não faço
Querem usar filhos bons, para ter favores
Usam da minha Palavra, querem fraudar
O amor querem possuir, mas ser, negam

Preparo a casa para habitar os benditos
Ela é linda, terra amada que gira redefisa
Só estarão o trigo bom, as uvas da coroa
Os que me amam, me ouvem, os remidos

Vem, povo meu, chamo todos os benitos
Os que amarem a mim, a verdade, a vida
Serão escolhidos, virão comigo reinar
Os que me rejeitarem, morte eterna verão

Nilma Da Silva Coimbra

Nenhum comentário:

Postar um comentário